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Uruará, Pará, Brazil
Igreja Católica Apostólica Romana, Una e Santa. Sua vida é missão.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

O CAVALO E A BORBOLETA.

Esta é a história de duas criaturas que viviam numa floresta distante, há muitos anos atrás.
Eram elas, um cavalinho e uma borboleta. Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo.

 A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta enfeitando a paisagem. Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza. Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cerceada.
A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.
Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso. Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso.

Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível por ser ela uma criaturinha tão frágil.

Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro. Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.
E vieram outras manhãs e mais outras e outras, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta. Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela.

Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado se deitou embaixo de uma árvore. Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.
- Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.

- Ah, é você então o famoso cavalinho?
- Famoso, eu?
- É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você.
 Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?
- É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
- Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo? Ela morreu e já faz muito tempo.
- Morreu? Como foi isso?
 - Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice.
Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém. Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
- Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo.
Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu.
- E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
 - Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte: "Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo a resolver.
Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais
pra ele vir até aqui."
História de Silvana Duboc.

 Pe. Jeova de Jesus Moarais
Pároco de Uruará

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O Rouxinol e a Rosa !!!

Era uma vez, um Rouxinol que vivia em um jardim. No jardim havia uma casa, cuja janela se abria todas as manhãs. Na janela, um jovem, comia pão, olhando as belezas do jardim. Sempre deixava cair farelos de pão, sobre a janela.     O Rouxinol, comia os farelos, acreditando que o jovem os deixava de propósito para ele. Assim criou um grande afeto, pelo jovem que se importava em alimentá-lo, mesmo commigalhas.  O jovem um dia se apaixonou.
Ao se declarar a sua amada, ela disse que só aceitaria seu amor, se como prova, ele desse a ela, na manhã seguinte, uma rosa vermelha.

O jovem, percorreu todas as floriculturas da cidade, sua busca foi em vão, não encontrou nenhuma rosa vermelha para ofertar a sua amada.
Triste, desolado, o jovem foi falar com o jardineiro da casa onde vivia.
O jardineiro explicou a ele,
que poderia presenteá-la com
Petúnias, Violetas, Cravos, menos Rosas. Elas estavam fora de época, era impossível conseguí-las, naquela estação. O Rouxinol, que escutara a conversa, ficou penalizado pela desolação do jovem, teria que fazer algo para ajudar seu amigo, a conseguir a flor. Assim, a aveprocurou o Deus dos pássaros que assim falou: Na verdade, você pode conseguir uma Rosa Vermelha para teu amigo, mas o sacrifício é grande, e pode custar-lhe a vida! Não importa respondeu a ave. O que devo fazer? Bem, você terá que se emaranhar em uma roseira, e ali cantar a noite toda, sem parar, o esforço é muito grande, seu peito pode não agüentar.
 Assim farei, respondeu a ave, é para a felicidade de um amigo! Quando escureceu, o
Rouxinol, se emaranhou em meio a uma roseira, que ficava frente a janela do jovem.
Ali, se pôs a cantar, seu canto mais alegre, precisava caprichar na formação da flor. Um grande espinho, começou a entrar no peito do Rouxinol, quanto mais ele cantava, mais o espinho entrava em seu peito.
O rouxinol não parou, continuou seu canto, pela felicidade de um amigo, um canto que simbolizava gratidão, amizade. Um canto de doação, mesmo que fosse da própria vida! Do peito da pobre ave, começou a escorrer sangue, que foi se acumulando sobre o galho da roseira, mas ela não se deteve nem se entristeceu.

Pela manhã, ao abrir a janela, o jovem se deteve diante da mais linda Rosa vermelha,formada pelo sangue da ave, nem questionou o milagre, apenas colheu a Rosa. Ao olhar o corpo inerte da pobre ave, o jovem disse: Que ave estúpida! Tendo tantas árvores para cantar, foi se enfiar justamente em meio a roseira que tem espinhos...

O óculos de Deus

Um homem cristão, daqueles meio irreverentes, morreu e ao chegar no céu foi atendido por um anjo que lhe orientou a esperar que Deus o atenderia. Olhando na porta de uma sala viu escrito: “Sala de Deus”. Como estava vazia, penetrou nela, e viu que sobre a mesa havia um óculos. Ficou admirado, pois se aquela sala era de Deus aqueles óculos eram de Deus. Curioso ficou a perguntar a si mesmo, como e que Deus via através daqueles óculos? Como não havia ninguém arriscou por os óculos para matar a curiosidade. Imediatamente viu seu ex sócio que em seus negócios enganava a um cliente , olhou e olhou e indignado com a sua atitude pegou o banquinho de Deus e atingiu seu ex sócio na cabeça, pensando: quem sabe assim ele aprende, e estava ainda irado com o acontecido quando viu Deus entrando em sua sala.
O vendo lhe perguntou; o que você faz aqui? Eu esperava pelo Senhor. Por acaso você usou os meus óculos?
Me desculpe, mais fiquei curioso e usei. E como você enxergou com ele? Bem vi o meu sócio enganando um cliente é… E o que você fez?
Perdão, mas não agüentei e sentei a banqueta nele! Não agüentei, vi o erro com clareza, e procurei ser justo.
Pois é, você acabou por atingir violentamente o teu próximo?

Acha que fiz mal em atingi-lo quando vi que mentia e enganava alguém?

Não, o erro maior foi você ter usado os meus óculos.Eu não sabia que não podia por o óculos de Deus?
A questão é que com o óculos de Deus você vê conforme a justiça de Deus, então para por o óculos de Deus a pessoa precisa primeiro: ter  o coração de Deus.
Ed: Pe. Jeová de Jesus Moris

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Assunção de Nossa Senhora

O dogma da Assunção refere-se a que a Mãe de Deus, no fim de sua vida terrena foi elevada em corpo e alma à glória celestial.

Este dogma foi proclamado ex cathedra pelo Papa Pio XII, no dia 1º de novembro de 1950, por meio da Constituição Munificentissimus Deus:
"Depois de elevar a Deus muitas e reiteradas preces e de invocar a luz do Espírito da Verdade, para glória de Deus onipotente, que outorgou à Virgem Maria sua peculiar benevolência; para honra do seu Filho,
Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte;
 para aumentar a glória da mesma augusta Mãe e para gozo e alegria de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena,

foi assunta em corpo e alma à glória do céu".
O Novo Catecismo da Igreja Católica declara:
"A Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos" (n. 966).
Pe. Jeová de Jesus Morais
pároco de Uruará.

sábado, 14 de agosto de 2010

2 Coríntios 09, 6 - 10

6 Saibam de uma coisa: quem semeia com mesquinhez, com mesquinhez há de colher; quem semeia com generosidade, com generosidade há de colher.
7 Cada um dê conforme decidir em seu coração, sem pena ou constrangimento, porque Deus ama quem dá com alegria.

 8 Deus pode enriquecer vocês com toda espécie de graças, para que tenham sempre o necessário em tudo e ainda fique sobrando alguma coisa para poderem colaborar em qualquer boa obra,
9 conforme diz a Escritura: «Ele distribuiu e deu aos pobres; e sua justiça permanece para sempre.»

10 Deus, que dá semente ao semeador, também dará o pão em alimento; para vocês multiplicará a semente, e ainda fará crescer o fruto da justiça que vocês têm.
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruara

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Mensagem do Papa Bento XVI no "Dia do Padre”

Ser padre é ser abençoado e verdadeiramente escolhido por Deus.
Sem dúvida nenhuma, somente alguém que tem Deus ao seu lado é capaz de realizar tantos feitos como celebrar a Eucaristia, pregar o Evangelho, acolher os pecadores, orientar e acompanhar como somente um pai pode fazer. Um pai espiritual dado pelo Senhor para nos guiar no caminho da salvação.

Ser padre não é uma tarefa fácil! Deixar tudo é entregar-se completamente nas mãos do Senhor pede vocação, força e fé. Muita fé. O padre é um ser humano sujeito a tentações, fraquezas e também emoções e sentimentos. É claro que, em alguns casos, nem sempre os limites humanos são superados, mas a graça divina e a oração constante são a melhor ajuda para os momentos de dificuldade.
O padre precisa de nós tanto quanto nós dele. Precisa do nosso apoio, colaboração e compreensão; precisa do nosso amor, da nossa amizade e de nossas orações. Precisa que rezemos pedindo que Deus o santifique, ampare e console nos instantes de fraqueza; que Deus lhe dê animo e coragem para seguir confiante e com alegria em sua missão.
Este dia deve ser repleto de agradecimentos e louvor pelo padre que temos. Deve ser o dia de um abraço caloroso e fraternal, de um “muito obrigado” sincero e de festa. Ter um padre em nossas comunidades é uma benção de Deus e isto precisa ser celebrado com muito amor e alegria.

Felicidades a todos os padres. Que Deus sempre os abençoe e guarde, hoje e sempre.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Bodas de Ouro do Senhor Nadir e da Dona Lurdes, da comunidade Nª Sª da Imaculada Coceição 190 Sul.




Parabéns ao casal Nadir e Lurdes, que neste último domingo, 01 de agosto celebrou, juntamente com seus filhos, netos, bisnetos, familiares e amigos, suas bodas de ouro.
A celebração foi realizada na comunidade Nossa Senhora Aparecida da Imaculada Conceição, no Km 190 sul, onde mora o casal a mais de 20 anos.

Assim Deus poderia falar ao Sr. Nadir e a D. Lurdes:
vocês são meus filhos queridos e amados.
Um dia vocês nasceram,
Cresceram,
Conheceram e se casaram.

Fui Eu que coloquei dentro de vocês essa vontade de se amarem.
Coloquei em seus corpos germes de vida que são filhos.
Esses filhos Eu os abençoe e eles lhes deram netos
Os netos lhes deram bisnetos, tudo por minha graça.

E o tempo passou.
Acompanhei a vida de vocês do Rio Grande do Sul para o Paraná do Paraná para o Pará e no Pará lhes conduzir para a Transamazônica, mas especificamente para o Km 190 sul.
Coloquei-lhes na comunidade Nossa senhora da Imaculada Conceição e ai lhes dei muitos bons e verdadeiros amigos.
Eu estava presente no momento do sim.
Minha força esteve atuante no momento das dificuldades e das dores na vida de vocês.
Estive presente no meio de vocês quando golpes duros
pareciam fazer tremer a casa de vocês.
Vi que vocês se associaram à cruz de meu Filho
Vi o exemplo que vocês deram ao mundo que os cercava.

Vocês é um sinal do meu amor no mundo.
Vocês vivem o amor e minha casa é a casa do amor.



Pe. Jeová de Jesus Morais.
Pároco de Uruará
Fonte: Mensagens e Poemas

domingo, 1 de agosto de 2010

Festividade de São Cristóvão em Uruará-Pa.


Para celebrar o Dia do Motorista, que acontece no último domingo (25), centenas de pessoas compareceram a uma missa, na comunidade de São Cristóvão na Vila Brasil.
A celebração começou por volta da 09hs com uma grande carreata que saiu da Praça da Bíblia e percorreu vares ruas da nossa cidade. A bênção dos carros e dos motoristas aconteceu em frente a igreja de São Cristóvão, após a bênção tos os motoristas participaram da santa missa presidida pelo pároco, Pe. Jeová de Jesus Morais. Depois da santa missa a festa continuou com um delicioso almoço acompanhado dum suculento churrasco e muitos outros pratos típicos da região.       
SÃO CRISTÓVÃO. Cristóvão significa "aquele que
carrega Cristo".
Ele era um gigante que queria servir ao mais poderoso de todos os homens.

A princípio serviu a Satanás, mas quando soube que o mais poderoso era Jesus, converteu-se e foi viver na margem de um rio.
Lá, carregava pessoas de uma margem a outra. Certa vez foi carregar um menino e, como a criança ficava cada vez mais pesada, 
disse que parecia que carregava o mundo nas costas.
O menino, então, falou: "Não carregas o mundo, carregas seu criador. Sou Jesus, aquele a quem serves". Como o trabalho de Cristóvão era transportar os viajantes através dos rios, tornou-se padroeiro dos viajantes e dos condutores de veículos, tanto profissionais quanto amadores.
 Você que "pilota" uma bicicleta ou uma moto, um carro de passeio, uma caminhonete ou uma carreta:
respeite as leis do trânsito, seja prudente, preserve a sua vida e a do próximo e volte para a sua família com alegria e com a satisfação do dever cumprido.
Pe. Jeová de Jesus Morais.
Pároco de Uruará