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Uruará, Pará, Brazil
Igreja Católica Apostólica Romana, Una e Santa. Sua vida é missão.

sábado, 15 de janeiro de 2011

JESUS INSTITUI A EUCARISTIA, SACRAMENTO DA VIDA.

 Os que foram elevados à dignidade do sacerdócio régio pelo Batismo e configurados mais profundamente a Cristo pela Confirmação, estes, por meio da Eucaristia, participam com toda a comunidade do próprio sacrifício do Senhor.
Na última ceia, na noite em que foi entregue, nosso Salvador institui o Sacrifício Eucarístico de seu Corpo e Sangue. Por ele, perpetua pelos séculos, até que volte, o sacrifício da cruz, confiando destarte à Igreja, sua dileta esposa, o
memorial de sua morte e ressurreição: sacramento da piedade, sinal da unidade, vínculo da caridade, banquete pascal em que Cristo é recebido como alimento, o espírito é cumulado de graça e nos é dado o penhor da glória futura. Muitos pensam que os Sacramentos são obras eclesiásticas, ou seja, criadas pela Igreja, mas isso não é verdade, todos os Sacramentos são sinais da graça de Deus que são expressos sem sombra de dúvidas na Palavra de Deus. Por exemplo: a presença de Jesus no Pão e no Vinho, é bem explicada nas Escrituras que relatam a última refeição de Cristo com os Apóstolos: A Santa Ceia. Enquanto comiam, Jesus tomou um pão e, tendo pronunciado a bênção, o partiu, distribuiu aos discípulos, e disse:  «Tomem e comam, isto é o meu corpo.» Em seguida, tomou um cálice, agradeceu, e deu a eles dizendo: «Bebam dele todos, pois isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados. Eu lhes digo: de hoje em diante não beberei desse fruto da videira, até o dia em que, com vocês, beberei o vinho novo no reino do meu Pai.» E Jesus continuou: «Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá para sempre. E o pão que eu vou dar é a minha própria carne, para que o mundo tenha a vida.» ( Mt. 26.Lc. 23, 19 Mc. 14, 22-25).
As autoridades dos judeus começaram a discutir entre si: «Como pode esse homem dar-nos a sua carne para comer?» Jesus respondeu: «Eu garanto a vocês: se vocês não comem a carne do Filho do Homem e não bebem o seu sangue, não terão a vida em vocês. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida.
Quem come a minha carne e bebe o meu sangue vive em mim e eu vivo nele. E como o Pai, que vive, me enviou e eu vivo pelo Pai, assim, aquele que me receber como alimento viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu. Não é como o pão que os pais de vocês comeram e depois morreram. Quem come deste pão viverá para sempre.» (Jo. 6, 51-58)
De fato, eu recebi pessoalmente do Senhor aquilo que transmiti para vocês. Na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão e, depois de dar graças, o partiu e disse: «Isto é o meu corpo que é para vocês; façam isto em memória de mim.» Do mesmo modo, após a Ceia, tomou também o cálice, dizendo: «Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; todas as vezes que vocês beberem dele, façam isso em memória de mim.» Portanto, todas as vezes que vocês comem deste pão e bebem deste cálice, estão anunciando a morte do Senhor, até que ele venha. Por isso, todo aquele que comer do pão ou beber do cálice do Senhor indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Portanto, cada um examine a si mesmo antes de comer deste pão e beber deste cálice, pois aquele que come e bebe sem discernir o Corpo, come e bebe a própria condenação. É por isso que entre vocês há tantos fracos e enfermos, e muitos morreram. Se nós examinássemos a nós mesmos, não seríamos julgados; mas, o Senhor nos corrige por meio de seus julgamentos, para que não sejamos condenados com o mundo.  (1Cor. 11, 23-32)
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará
No Coração da Amazônia

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A EXPERIENCIA DE DEUS PROVOCA DECISÃO NA NOSSA VIDA.

 (Ex. 3, 1-10)
 Moisés estava pastoreando o rebanho do seu sogro Jetro, sacerdote de Madiã. Levou as ovelhas além do deserto e chegou ao Horeb, a montanha de Deus. O anjo de Javé apareceu a Moisés numa chama de fogo do meio de uma sarça. Moisés prestou atenção: a sarça ardia no fogo, mas não se consumia. Então Moisés pensou: «Vou chegar mais perto e ver essa coisa estranha: por que será que a sarça não se consome?» Javé viu Moisés que se aproximava para olhar. E do meio da sarça Deus o chamou: «Moisés, Moisés!» Ele respondeu: «Aqui estou». Deus disse: «Não se aproxime. “Tire as sandálias dos pés, porque o lugar onde você está pisando é um lugar sagrado”. E continuou: «Eu sou o Deus de seus antepassados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac, o Deus de Jacó». Então Moisés cobriu o rosto, pois tinha medo de olhar para Deus. Javé disse:  "Eu vi muito bem a miséria do meu povo que está no Egito. Ouvi o seu clamor contra seus opressores, e conheço os seus sofrimentos. Por isso, desci para libertá-lo do poder dos egípcios e para fazê-lo subir dessa terra para uma terra fértil e espaçosa, terra onde corre leite e mel, o território dos cananeus, heteus, amorreus, ferezeus, heveus e jebuseus. O clamor dos filhos de Israel chegou até mim, e eu estou vendo a opressão com que os egípcios os atormentam.  Por isso, vá. Eu envio você ao Faraó, para tirar do Egito o meu povo, os filhos de Israel”.
Fonte: Biblia Pastoral
Ed.
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará
No Coração da Amazônia

AS TRÊS PENEIRAS

Um rapaz procurou Sócrates e disse-lhe que precisava contar-lhe algo sobre alguém.
Sócrates ergueu os olhos do livro que estava lendo e perguntou:

- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras? - indagou o rapaz.
- Sim ! A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer me contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer aqui mesmo.
Suponhamos que seja verdade. Deve, então, passar pela segunda peneira: a BONDADE.

 O que você vai contar é uma coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo? Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?
Arremata Sócrates:
- Se passou pelas três peneiras, conte !!! Tanto eu, como você e seu irmão iremos nos beneficiar.
Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
Publicação:
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará
No Coração da Amazônia

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

NÃO AO ABORTO! AVIDA É DOM DE DUES.

Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se:
 – Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.
Indaga o médico: 
– Muito bem... e o que a senhora quer que eu faça?
A mulher, já esperançosa, respondeu:
– Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda.
O médico pensou alguns minutos e disse para a mulher:
 – Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorria, certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer:
– Veja bem, minha senhora... para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer... Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco.
A mulher apavorou-se:
– Não, doutor!!! Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio!!! O médico sorriu e, depois de algumas considerações, convenceu a mãe de que não existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já vive no seio materno) e uma já crescida.
_ O crime é exatamente o mesmo e o pecado, diante de Deus, exatamente o mesmo.
LUCHINI.
Publicação:
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará
No Coração da Amazônia

domingo, 9 de janeiro de 2011

JESUS CRISTO ME DEIXOU INQUIETO?

Jesus Cristo me deixou inquieto nas palavras que ele proferiu.:
 Nunca mais eu pude olhar o mundo, sem sentir aquilo que Jesus sentiu: Eu vivia tão tranquilo e descansado e  ter chegado ao que busquei. Muitas vezes proclamei extasiado que, ao seguir a lei de Cristo, eu me salvei. Mas depois que meu Senhor passou, nunca mais meu coração se acomodou. Minha vida que eu pensei realizada, esbanjei como semente em qualquer chão. Pouco a pouco, ao caminhar na longa estrada, percebi que havia tido uma ilusão. Mas depois que meu Senhor passou, ilusão e comodismo se acabou
Autor:  Padre Zezinho
Publicação:
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará
No Coração de Amazônia

PELO BATISMO RECBI UMA MISSÃO

1. Pelo batismo recebi uma missão vou trabalhar pelo reino do Senhor vou anunciar o Evangelho para os povos vou ser, profeta, sacerdote, rei, pastor. Vou anunciar a Boa nova de Jesus, como profeta recebi esta missão, onde eu for serei fermento , sal e luz Levando a todos a mensagem de cristão.
 2. O Evangelho não pode ficar parado vou anunciá-lo, esta é a minha obrigação. A messe é grande e precisa de operários vou cooperar na evangelização Onde houver trevas eu levarei a luz Também direi a todos que Deus é Pai Anunciando a mensagem de Jesus.               
3 -  Quem perguntar porque Jesus veio ao mundo? Eu vou dizer: Foi pra salvar a humanidade Pra libertar o homem da escravidão E dar a ele uma nova oportunidade A sua vida e qual a finalidade: Jesus, profeta, sacerdote, rei, pastor veio ensinar-nos o caminho da verdade. 4. Mesmo sofrendo calúnia e perseguição vou procurar viver em comunidade. Onde houver ódio, vingança e injustiça. Quero levar o amor e a caridade Sou missionário e por isso vou lutar Pra levar meus irmãos à eternidade vamos louvar e bendizer o nosso Deus vivendo juntos a nossa fraternidade.
Publicação:
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará
No Coração da Amazônia

INOCENTE OU CULPADO?

Conta uma lenda que, na Idade Média, um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor do crime era uma pessoa influente no reino e, por isso, desde o primeiro momento, se procurou um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino. O homem injustamente acusado de ter cometido o assassinato foi levado a julgamento. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo das falsas acusações.
A forca o esperava! O juiz, que também estava conluiado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que provasse sua inocência. Disse o desonesto juiz: — Como o senhor, sou um homem profundamente religioso. Por isso, vou deixar sua sorte nas mãos de Deus. Vou escrever em um papel a palavra INOCENTE e em outro a palavra CULPADO. Você deverá pegar apenas um dos papéis. Aquele que você escolher será o seu veredicto.
Sem que o acusado percebesse, o inescrupuloso juiz escreveu nos dois papéis a palavra CULPADO, fazendo, assim, com que não houvesse alternativa para o homem.
O juiz, então, colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem, pressentindo o embuste, fingiu se concentrar por alguns segundos a fim de fazer a escolha certa. Aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou-o na boca e o engoliu. Os presentes reagiram surpresos e indignados com tal atitude. O homem, mais uma vez demonstrando confiança, disse: — Agora basta olhar o papel que se encontra sobre a mesa e saberemos que engoli aquele em que estava escrito o contrário.
Autor desconhecido.

Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará
No coração da Amazônia

sábado, 8 de janeiro de 2011

BATISMO DO SENHOR

Neste domingo (11 de janeiro de 2011) celebramos a festa do Batismo de JESUS, com esta festa encerramos o ciclo do Natal e iniciamos o Tempo Comum até a terça-feira que antecede as cinzas dando início à quaresma.
“Hoje fixamos o olhar em Jesus que, com trinta anos de idade, se fez batizar por João no rio Jordão. Tratava-se de um batismo de penitência, que utilizava o símbolo da água para expressar a purificação do coração e da vida. João, chamado o "Baptista", ou seja, o "Batizador" pregava este batismo a Israel para preparar a iminente vinda do Messias; e a todos dizia que depois dele viria outro, maior do que ele, que teria batizando não com a água, mas com o Espírito Santo (cf. Mc 1, 7-8). E eis que quando Jesus foi batizado no Jordão, o Espírito Santo desceu, pairou sobre Ele na aparência corpórea de uma pomba, e João Baptista reconheceu que Ele era Cristo, o "Cordeiro de Deus" que veio para tirar o pecado do mundo (cf. Jo 1, 29). Por isso, também o Batismo no Jordão é uma "epifania", uma manifestação da identidade messiânica do Senhor e da sua obra redentora, que culminará num outro "batismo", o da sua morte e ressurreição, pelo qual o mundo inteiro será purificado no fogo da misericórdia divina (cf.Lc12, 49-50)”.
(Papa Bento XVI, Festa do Batismo do Senhor. Domingo, 8 de Janeiro de 2006)
O BATISMO É O NASCIMENTO PARA A VIDA NOVA.
O Batismo do Senhor é a segunda Epifania, quando Jesus é manifestado como o Filho de Deus e dá início ao seu ministério.
O Batismo do Senhor nos remete ao nosso batismo como pertença ao povo de Deus, pedras vivas que formam a Igreja. Pelo batismo somos chamados a viver como irmãos e a nos reconhecer como morada de Deus e participe de seu ministério como sacerdote, profeta e rei. O batismo não nos torna melhores que os outros, mas nos comprometemos em fazer pelos outros o melhor. Jesus não precisava ser batizado, mas quis recebê-lo para manifestar a sua glória e abrir-nos o céu. Com o seu batismo santificou as águas do mundo inteiro, para nos dá a filiação divina a qual recebemos pelo batismo. Quando fomos batizados o céu se abriu para nós também. O próprio Jesus deu uma explicação do que lhe aconteceu no batismo no Jordão. Ao voltar, na sinagoga de Nazaré aplicou a si mesmo as palavras de Isaías: «O Espírito do Senhor está sobre mim: consagrou-me com a unção…». O mesmo termo de unção é utilizado por Pedro na segunda leitura, falando do batismo de Jesus: «Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder».
Na Antigüidade, a unção era um elemento importante da vida.
Ungiam-se com óleo os atletas para estarem soltos e ágeis nas corridas, e se ungiam com óleo perfumado homens e mulheres para ter o rosto belo e resplandecente. Em Israel o rito tinha um significado religioso.Ungiam-se os reis, os sacerdotes e os profetas com um óleo perfumado e este era o sinal de que estavam consagrados ao serviço divino. Em Cristo, todas estas unções simbólicas se tornam realidade. No batismo no Jordão, Ele é consagrado rei, profeta e sacerdote eterno por Deus Pai. Não com um óleo físico, mas com o óleo espiritual que é o Espírito Santo, «o óleo da alegria», como o define um salmo. Isso explica por que a Igreja dá tanta importância à unção com o santo óleo. Existe um rito de unção no batismo, na confirmação e na ordenação sacerdotal; existe uma unção dos enfermos.
Através destes ritos se participa na unção de Cristo, isto é, em sua plenitude de Espírito Santo. Uma pessoa é literalmente«cristã», isto é, ungida, consagrada, pessoa chamada «a difundir no mundo o perfume de Cristo».Enquanto batizados, todos nós somos filhos de Deus em Jesus Cristo, nosso Mestre e Senhor. Que a Virgem Maria nos conceda compreender cada vez mais o valor do nosso Batismo e testemunhá-lo com uma digna conduta de vida. Isaías 42, 1-4.6-7; Atos 10, 34-38; Mateus 3, 13-17.


 Pe. Jeová de Jesus Morais.
Pároco de Uruará.
No Coração da Amazõnia