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Uruará, Pará, Brazil
Igreja Católica Apostólica Romana, Una e Santa. Sua vida é missão.

quinta-feira, 12 de março de 2015

OS SACRAMENTOS

 Quantos são os sacramentos da Igreja? 
Missa da Páscoa na igreja matriz de Uruará, Pe. Jeová
Os Sacramentos da Igreja são sete: 1º Batismo, 2º Eucaristia, 3º Crisma ou Confirmação, 4º Penitência ou reconciliação, 5º Matrimônio, 6º Ordem, 7º Unção dos enfermos. .
 Quem pode receber o batismo?
 “É capaz de receber o batismo toda pessoal ainda não batizada e somente ela.” Cat. 1246 e CIC 864. 
 Quem pode batizar? 
 São ministros ordinários do batismo o bispo, o padre e o diácono. Em caso de necessidade, qual quer pessoal mesmo não batizada, que tenha a intenção exigida, pode batizar. Cat. 1256 e CIC 861, §1. 
 O Batismo é o primeiro sacramento e quem não é batizado não pode receber validamente outro sacramento. Os sete sacramentos formam uma unidade orgânica, cujo centro é o Batismo e a Eucaristia. 
 O sacramento é o sinal visível do invisível, é o sinal da presença de Cristo em nossa vida. 
Os sacramentos são sinais que Deus nos acompanha por toda a vida. 
 Através da ação da Igreja o próprio Cristo age em nós, Cristo opera em nós a sua graça, a graça santificante, isto quer dizer que, não depende da disposição de quem ministra ou do que recebe como causa da graça; é o próprio Cristo que realiza sua graça.
 O primado da graça é iniciativa de Deus na salvação do homem. 
Ordenação sacerdotal
É Deus que toma a iniciativa é Ele que chama. Gn. 12,1- 4; Ex. 3, 1 – 6; 1Sm. 3, 1 – 10; Is. 49, 1 – 3; Jr. 1, 4 – 10; Mt. 4, 18 – 22; 10, 1 – 4; Mc. 3, 13 – 19; Mt. 28,18 – 20. O próprio Cristo quem age no momento da ação sacramental.
A ação é da graça de Deus, mas Ele precisa de nós e da nossa fé. Mt. 15, 12 – 28; Mc. 16, 16; Rm 3, 22. 28; 4, 13 – 16; 5, 1 – 4.
A falta de Fé dificulta a ação de Deus. Mt. 13, 53 – 58; Lc. 4, 16 – 24. 
 A comunicação dos símbolos através dos ritos.
 Os símbolos comunicam dentro dos ritos = Dá uma rosa como um presente. Ele deixa de ser simplesmente uma rosa. Fumaça = fogo.  O sinal sacramental consiste não apenas de um elemento material, como a água, o pão, o vinho e o óleo, mas uma ação, como: Lavar com a água, comer o pão, ungir com o óleo, dizer sim. A palavra dá sentido ao rito, mas ao mesmo tempo ela é símbolo. O rito vem acompanhado da palavra. (Por exemplo: A profissão de fé). Os sacramentos são acompanhados por palavras. Mc. 16, 15 – 16; Rm. 10, 14 – 17.
 Há uma relação mútua entre sacramento e palavra. 
 O Sacramento Eucarístico é acompanhado do rito da palavra. A palavra e o sacramento são meios de salvação e não a salvação em si. A salvação é Jesus Cristo. Jesus também é a Palavra de Deus. Jo. 1, 14ss. Palavra reveladora e revelação do Pai e só apartei de Cristo a palavra e o sacramento, na Igreja, têm autoridade e força. O homem procura dá sentido aos momentos fortes da vida, como: nascimento, a passagem para a vida adulta, casamento, morte, etc. Deus se incorpora em nossa vida através dos sacramentos. E nossa vida cria um sentido transcendental dado pelo Cristo. Mc.16,16; Jo. 6, 47- 58; Rm. 6, 1-11.
 Através dos sacramentos participamos do mistério, da missão e da vida de Jesus Cristo. 
Jesus è o Sacramento do Pai, Ele é o Sacramento por excelência, o Sacramento universal de salvação. Dele emanam todos os outros sacramentos. Fora de Cristo não existe sacramento. Ele é o grande Sacramento de Deus para nós. Jesus está no Pai, (Jo. 14, 8 ss). Em Jesus, Deus se torna visível na face humana, assim a encarnação de Deus no homem Jesus, resgata a dignidade humana. Rm. 5, 17 – 19. 
 Jesus resgata os pecadores e os excluídos. Mt. 9, 9- 13.
 Toda ação de Jesus, particularmente, sua obediência, paixão e morte na cruz gera sinal definitivo de salvação para toda humanidade. O Concílio Vat. II nos diz: "Do lado de Cristo dormindo na cruz nasce o admirável sacramento de toda a Igreja. Antes de ser assumido ao céu, fundou sua Igreja como Sacramento de salvação". Ad. gt. Os sacramentos têm caráter comunitário e eclesial, quem ordena os sacramentos é a Igreja e quem o recebe passa a fazer parte dela. O sacramento tem caráter comunitário, mas ao mesmo tempo, o é um ato pessoal do encontro com a pessoa e o projeto de Jesus Cristo. É uma relação íntima e pessoal do indivíduo com Deus através da ação do Espírito Santo.
O COMPROMISSO.
 O sacramento nos convida ao seguimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, na fé, na esperança e no serviço. A fé, o seguimento e o conhecimento são as bases do sacramento. A fé é manifestada pela palavra e o sacramento só tem sentido na fé. Rm. 1, 1 – 6. 16 – 17; 10, 14 – 17; Gl. 3, 23 – 29. Evitar o risco de nossas celebrações e, principalmente, nossos sacramentos se tornarem uma festa social. As festas cristãs não pode ser a festa do homem pelo homem, mas de seguimento ao homem Jesus Cristo, na fé, na esperança e no serviço.

segunda-feira, 9 de março de 2015

EUCARISTIA.

D. Erwin, Bispo do Xingu
Jesus institui a Eucaristia, ao pronunciar as palavras: ”Isto é o Meu Corpo..isto é Meu Sangue...” O que até esse momento, só era pão ázimo e vinho da videira, passa a ser, pelas palavras e pela vontade de Jesus Cristo, o próprio Corpo e o próprio Sangue do Salvador.
 A este ato de oferta Jesus assegurou uma presença duradoura através da instituição da Eucaristia, na qual, sob as espécies do pão e do vinho, se entrega a Si próprio como novo maná que nos une a Ele. Participando da Eucaristia, também nós somos envolvidos na dinâmica da sua doação. Unimo-nos a Ele e ao mesmo tempo a todos os outros aos quais ele se entrega; tornamo-nos assim «um só corpo e um só espírito». Desta forma, o amor a Deus e o amor ao próximo estão agora verdadeiramente juntos. O duplo mandamento, graças a este encontro com o Amor de Deus, não é apenas mera exigência: o amor pode ser «mandado», porque antes nos é dado.
Pe. Jeová de Jesus Morais

quinta-feira, 5 de março de 2015

CRISTO O AMOR DO PAI FEITO CARNE.

 Em Jesus Cristo que é amor Encarnado de Deus, o eros-ágape atinge a sua forma mais radical. Deus amou o mundo, que lhe deu o Seu Filho único, para que todo o que n’Ele crer não pereça e tenha a vida eterna” (Jo 3,16). Em Jesus Cristo que é o amor encarnado o eros - agape assume a sua forma mais radical. Na morte na cruz, Jesus, entregando-se para levantar o ser humano e salvá-lo, revela o amor na sua forma mais sublime. «O olhar fixo no lado transpassado de Cristo, de que fala João (cf. 19, 32-34. 37), ai compreendemos porque “Deus é amor” (1 Jo 4, 8). É lá no alto da Cruz que esta verdade pode ser contemplada. E começando de lá, pretende-se agora definir em que consiste o amor. A partir daquele olhar, o cristão encontra o caminho do seu viver e amar.  (DEUS CARITAS EST” = “DEUS É AMOR” Bento XVI)
A CARIDADE!
 O Catecismo da Igreja Católica define a Caridade como sendo “a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas por Ele mesmo, e ao próximo como a nós mesmos, por amor de Deus.” E prossegue elucidando a essência desta virtude profundamente cristã: “Jesus faz da caridade o mandamento novo”. Amando os seus ‘até ao fim’ (Jo 13, 1), manifesta o amor do Pai, que Ele próprio recebe. E os discípulos, amando-se uns aos outros, imitam o amor de Jesus, amor que eles recebem também em si. É por isso que Jesus diz: ‘Assim como o Pai me amou, também eu vos amei. Permanecei no meu amor’ (Jo 15, 9).
Pe. Jeová de Jesus Morais

segunda-feira, 2 de março de 2015

PAZ INTERIOR

A libertação dos desejos conduz à paz interior. Quem ama, experimento a paz, pois a paz brota do coração, um coração que ama pratica o bem e quem pratica o bem vive em paz interior, o primeiro dos bens. Mas desenvolver força, coragem e paz interior demandam tempo. Não espere resultados imediatos. Cada ação que você realiza, com o tempo, a decisão se torna eficaz na sua vida.
Pe. Jeová de Jesus Morais

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

VOCAÇÃO


A palavra vocação vem do verbo no latim "vocare" (chama?). Assim vocação significa chamado. É, pois, um chamado de Deus. Se há alguém que chama, deve haver outro que escuta que responde. Encontramos na Bíblia muitos chamados feitos por Deus: de Abraão,  passando por Moisés, os profetas, chegando até o apóstolo Paulo... Em todas as escolhas, encontramos o seguinte esquema:
Deus chama diretamente, pela mediação de fatos e acontecimentos, ou pelas pessoas.
Deus toma a Iniciativa de chamar.
Escolhe livremente e permite total liberdade de resposta.
Deus chama em vista de uma missão de serviço ao povo. O primado da graça é iniciativa de Deus na salvação do homem. É Deus que toma a iniciativa é Ele que chama.  Pois Ele precisa de nós, da nossa resposta e da nossa fé, isso faz parte do projeto de Deus. A falta de Fé dificulta a ação de Deus. Mt. 13, 53 – 58; Lc. 4, 16 – 24.
Pe. Jeová de Jesus Morais

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

QUARTO MANDAMENTO DA LEI DE DEUS: HONRARÁS A TEU PAI E A TUA MÃE

Deus quer que os filhos honrem seus pais: tendo-lhes amor, respeito, gratidão, justa obediência e ajudando-os, porque depois de Deus devemos nossa vida a eles e os honrem sendo obedientes, respeitosos, carinhosos e, além disso, que lhes ajudem no que necessitem. Do mesmo modo, este mandamento manda aos pais a amar e velar pelo bem de seus filhos, proporcionando-lhes uma boa educação e uma boa formação religiosa, não deixando-lhe faltar o necessário. “Filhos, obedeçam em tudo a seus pais, porque isso agrada ao Senhor. Pais, não irritem seus filhos, para que eles não fiquem desanimados”. (Cl 3,20-21) Uma "Igreja doméstica" é um lar cristão no qual se dá a primeira evangelização aos filhos, dá-se o culto aDeus na oração, vive-se o amor a Deus e aos membros da família.
"O Senhor quer que o pai seja honrado pelos filhos, e confirma a autoridade da mãe sobre os filhos. Quem honra o próprio pai alcança o perdão dos pecados, e quem respeita sua mãe é como quem ajunta um tesouro. Quem honra seu pai será respeitado pelos seus próprios filhos, e quando rezar será atendido. Quem honra o seu pai terá vida longa, e quem obedece ao Senhor dará alegria à sua mãe. Quem teme ao Senhor, honra seus pais, e serve a eles como se fossem seus patrões. Honre a seu pai em atos e palavras, para que a bênção dele venha sobre você. A bênção do pai consolida a casa dos filhos, mas a maldição da mãe arranca os alicerces. Não se vanglorie com a desonra de seu pai, porque você não conseguirá honra nenhuma com a desonra de seu pai. Pois a glória do homem está na honra do seu pai, e a desonra da mãe é vergonha para os filhos. Meu filho, cuide de seu pai na velhice, e não o abandone enquanto ele viver. Mesmo que ele fique caduco, seja compreensivo e não o despreze, enquanto você está em pleno vigor, pois a caridade feita ao pai não será esquecida, e valerá como reparação pelos pecados que você tiver cometido. No dia do perigo, o Senhor se lembrará de você, e seus pecados se derreterão como geada ao sol. Quem despreza seu pai é um blasfemador, e quem irrita sua mãe será amaldiçoado pelo Senhor". (Eclesiástico 3,1 -16)
 Não se deve obedecer a ninguém quando manda algo contrário à lei de Deus, porque deve obedecer a Deus antes dos homens. 
Pe. jeová de Jesus Morais, Pároco de Uruará-Pa.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

TUDO TEM SEU TEMPO (Eclesiastes 3)

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar; Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar; Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora; Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz. Que proveito tem o trabalhador naquilo em que trabalha? 
Tenho visto o trabalho que Deus deu aos filhos dos homens, para com ele os exercitar. Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs o mundo no coração do homem, sem que este possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até ao fim. Já tenho entendido que não há coisa melhor para eles do que alegrar-se e fazer bem na sua vida; E também que todo o homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho; isto é um dom de Deus. Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz Deus para que haja temor diante dele. O que é, já foi; e o que há de ser, também já foi; e Deus pede conta do que passou. Vi mais embaixo do sol que no lugar do juízo havia impiedade, e no lugar da justiça havia iniquidade. Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo o propósito e para toda a obra. Disse eu no meu coração, quanto a condição dos filhos dos homens, que Deus os provaria, para que assim pudessem ver que são em si mesmos como os animais. Porque o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos animais, e lhes sucede a mesma coisa; como morre um, assim morre o outro; e todos têm o mesmo fôlego, e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade. Todos vão para um lugar; todos foram feitos do pó, e todos voltarão ao pó. Quem sabe que o fôlego do homem vai para cima, e que o fôlego dos animais vai para baixo da terra? Assim que tenho visto que não há coisa melhor do que alegrar-se o homem nas suas obras, porque essa é a sua porção; pois quem o fará voltar para ver o que será depois dele?

FELIZ ANO NOVA

Não existem sonhos impossíveis para aqueles que acreditam e tem fé no poder da graça de Deus que tudo pode realizar, porque para Deus nada é impossível (Lc. 1, 37). Acredite na força realizadora da palavra que se fez carne e habitou entre nós (Jo. 1, 16). Acredito no poder realizador que brota do interior que cada ser humano, quando você descobre esse poder sonhos antes impossíveis se tornam realidade. FELIZ 2014.
 Pe. Jeová de Jesus Morais

segunda-feira, 4 de março de 2013

O FILHO PRÓDIGO

Naquele tempo, os publicanos e pecadores aproximaram-se de Jesus para o escutar. Os fariseus, porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus: “Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles”. Então Jesus contou-lhes esta parábola: “Um homem tinha dois filhos. O filho mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me cabe’. E o pai dividiu os bens entre eles. Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era seu e partiu para um lugar distante. E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada. Quando tinha gasto tudo o que possuía, houve uma grande fome naquela região, e ele começou a passar necessidade. Então foi pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para seu campo cuidar dos porcos. O rapaz queira matar a fome com a comida que os porcos comiam, mas nem isto lhe davam. Então caiu em si e disse: ‘Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura, e eu aqui, morrendo de fome’. Vou-me embora, vou voltar para meu pai e dizer-lhe: ‘Pai, pequei contra Deus e contra ti; já não mereço ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados’. Então ele partiu e voltou para seu pai. Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e sentiu compaixão. Correu-lhe ao encontro, abraçou-o e cobriu-o de beijos. O filho, então, lhe disse: ‘Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos empregados: ‘Trazei depressa a melhor túnica para vestir meu filho. E colocai um anel no seu dedo e sandálias nos pés. Trazei um novilho gordo e matai-o. Vamos fazer um banquete. Porque este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado’. E começaram a festa. O filho mais velho estava no campo. Ao voltar, já perto de casa, ouviu música e barulho de dança. Então chamou um dos criados e perguntou o que estava acontecendo. O criado respondeu: ‘É teu irmão que voltou. Teu pai matou o novilho gordo, porque o recuperou com saúde’. Mas ele ficou com raiva e não queria entrar. O pai, saindo, insistia com ele. Ele, porém, respondeu ao pai: ‘Eu trabalho para ti há tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua. E tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos. Quando chegou esse teu filho, que esbanjou teus bens com prostitutas, matas para ele o novilho cevado’. Então o pai lhe disse: ‘Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado”’. Lucas 15,1-3.11-32
Ed: Pe. Jeová de Jesus Morais

sexta-feira, 1 de março de 2013

OS MAUS VINHATEIROS.

Naquele tempo, dirigindo-se Jesus aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos do povo, disse-lhes: “Escutai esta outra parábola: Certo proprietário plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta, fez nela um lagar para esmagar as uvas e construiu uma torre de guarda. Depois arrendou-a a vinhateiros, e viajou para o estrangeiro. Quando chegou o tempo da colheita, o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros para receber seus frutos. Os vinhateiros, porém, agarraram os empregados, espancaram a um, mataram a outro, e ao terceiro apedrejaram. O pro­prietário mandou de novo outros empregados, em maior número do que os primeiros. Mas eles os trataram da mesma forma. Finalmente, o proprietário, enviou-lhes o seu filho, pensando: ‘Ao meu filho eles vão respeitar’. Os vinhateiros, porém, ao verem o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro. Vinde, vamos matá-lo e tomar posse da sua herança!’ Então agarraram o filho, jogaram-no para fora da vinha e o mataram. Pois bem, quando o dono da vinha voltar, que fará com esses vinhateiros?” Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo responderam: “Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos e arrendará a vinha a outros vinha­teiros, que lhe entregarão os frutos no tempo certo”. Então Jesus lhes disse: “Vós nunca lestes nas Escrituras: ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; isto foi feito pelo Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos?” Por isso eu vos digo: o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos. Os sumos sacerdotes e fariseus ouviram as parábolas de Jesus, e compreenderam que estava falando deles. Procuraram prendê-lo, mas ficaram com medo das multidões, pois elas consideravam Jesus um profeta. (Mateus 21,33-43.45-46)
Ed: Pe. Jeová de Jesus Morais