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Uruará, Pará, Brazil
Igreja Católica Apostólica Romana, Una e Santa. Sua vida é missão.

domingo, 21 de novembro de 2010

O PERFUME DE JESUS

Pouco antes de ser levado ao martírio, Jesus foi perfumado por aquela mulher na casa de Simão, que lavou-lhe os pés com suas lágrimas e secou-as com seus cabelos. Quebrando o vaso de alabastro, perfumou-o e chorando copiosamente se retirou, sentindo sua alma liberta e aliviada.

O perdão gera o amor Cf, Lc 07,35-36 Certo fariseu convidou Jesus para uma refeição em casa. Jesus entrou na casa do fariseu, e se pôs à mesa. Apareceu então certa mulher, conhecida na cidade como pecadora. Ela, sabendo que Jesus estava à mesa na casa do fariseu, levou um frasco de alabastro com perfume.
 Quando Simão e os demais se perguntavam se de fato Jesus sabia do passado daquela mulher, o Mestre imediatamente perguntou: «Simão, tenho uma coisa para dizer a você.» Simão respondeu: «Fala, mestre.»
Certo credor tinha dois devedores.
Um lhe devia quinhentas moedas de prata, e o outro lhe devia cinqüenta. Como não tivessem com que pagar, o homem perdoou aos dois. Qual deles o amará mais?» Simão respondeu: «Acho que é aquele a quem ele perdoou mais.»
 Ao ouvir a resposta de quem mais perdoou o Senhor do Amor, perdoou aquela mulher, que entrou para a história, ao perfumar o próprio Cristo, demonstrando a sua humildade e amor.
Dizem que naquela tarde, às três horas, na hora em que expirou a vida no corpo de Jesus, o dia se fez noite, o véu do santuário rasgou-se em dois e muitos mortos se levantaram dos túmulos. No meio desse caos, das trevas que se formaram, algumas pessoas, puderam sentir no ar, aquele perfume do vaso de alabastro, o perfume de Jesus, o perfume de amor. É esse perfume que eu quero que você sinta agora entrando pela sua vida. É esse aroma amoroso que eu quero que penetre agora no seu espírito e nunca mais saia da sua vida. Feche os olhos e pense em Jesus. Pense no Jesus vivo. Pense que você está agora entrando na casa de Simão e leva o seu perfume preferido para ungir o Nosso Senhor.
Veja o sorriso de Jesus com a sua presença, encoste a sua cabeça no peito Dele e deixe Ele te afagar os cabelos. Chore, solte todas ás suas dores, aflições, conflitos, e abandone-se no abraço do Cristo.
Lave os pés de Jesus com suas lágrimas, enquanto sua alma é lavada e redimida pelo Seu infinito amor.
É Jesus, que veio marcar a sua presença definitiva na sua vida, e nunca mais você vai se sentir sozinho. Nunca mais vai se sentir abandonado, pois este perfume, esse amigo, essa luz, vai estar sempre em sua vida.
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará

sábado, 20 de novembro de 2010

VOCAÇÃO: O CHAMADO É DIVINO E A REPOSTA É HUMANA

O CHAMADO!
A vocação é um mistério de amor entre Deus que, por amor, chama ao homem que, também por amor, lhe responde livremente.
- Um chamado para ser a ponte entre Deus e os homens.
- Um chamado a continuar no mundo e salvá-lo, mas não ser mais do mundo.
 A decisão de um jovem que quer dedicar a vida para ajudar no projeto da construção do Reino de Deus e tornar este mundo um sinal do Reino com a graça do Rei do Universo.
A RESPOSTA.
Na verdade a vocação é uma certeza interior que nasce da graça de Deus que toca a alma e pede uma resposta livre. Caso Deus chame, a certeza irá crescendo na medida em que a resposta for mais generosa. 
A vocação é um mistério de amor e o amor é livre.
O chamado é de Deus, mas a resposta é humana. Se eu não respondo com generosidade, o chamado de Deus pode não dá frutos.
Faço minha a oração do Papa Paulo VI: 
“Jesus, Mestre Divino, que chamastes os Apóstolos a vos seguirem, continuai a passar pelos nossos caminhos, pelas nossas famílias, pelas nossas escolas e continuai a repetir o convite a muitos de nossos jovens. Daí coragem as pessoas convidadas, daí forças para que vos sejam fiéis como apóstolos leigos, como religiosos(a), como diáconos, padres e bispos, para o bem do povo de Deus e de toda a humanidade. Amém
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará.

sábado, 13 de novembro de 2010

CANTIGA POR FRANCISCO

Meu amigo deixou seu dinheiro, sua herança e os direitos que tinha era jovem demais o menino! disse o pai, o vizinho e a vizinha.
Meu amigo encontrou a verdade e em seu rosto banhado de luz.
 Pelas ruas de sua cidade meu amigo
imitava Jesus. 








Irmão vento, irmão sol, irmã lua, irmão lobo tu és meu irmão.
Rouxinol, sabiá, criaturas de Deus, somos obras de suas mãos. 
Meu amigo viveu sem ter nada, por esposa escolheu a pobreza, era jovem demais o menino! não podia ter tanta certeza.
Foi assim que ele abriu um caminho para quem quer viver só de amor.

Não ficou muito tempo sozinho, gente nova o seguiu com fervor.

Hoje em dia nos jovens que eu vejo irrequietos, num mundo infeliz, eu renovo a esperança e o desejo de topar com Francisco de Assis.

Calça Lee, pé no chão, mundo novo,
mil idéias de renovação.
Ele são consciência do povo,
queira Deus que eles cresçam irmãos.
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará

Cantiga Por Francisco
Padre Zezinho

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

CONFIE EM DEUS

As coisas acontecem na hora certa.
Exatamente  quando  devem acontecer!
Momentos felizes, louve a Deus. Momentos difíceis, busque a Deus.
Momentos silenciosos, adore a Deus. Momentos dolorosos, confie em Deus.
Cada momento, agradeça a Deus.
Confie em Deus.
Quem nos separará?
Quem nos separará do amor de Cristo?
Quem nos separará? Se ele é por nós, quem será, quem será contra nós?
Quem vai nos separar do amor de Cristo, quem será?
Nem a angústia, nem a fome, nem a nudez ou tribulação,
Perigo ou espada, toma perseguição! Nem a morte, nem a vida, nem os anjos, dominações, Presente e nem futuro, poderes, nem pressões!

Nem as forças das alturas, nem as forças das profundezas,
Nenhuma das criaturas, nem toda a natureza!

Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

TUDO QUE DEUS FAZ É PERFEITO

Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade.
Em todas as situações dizia:
- Meu Rei, não desanime, porque Tudo que Deus faz é Perfeito. Ele Nunca erra!’
Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei.
O súdito conseguiu matar o animal, porém não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita.
O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:
- E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo.
O servo respondeu:
- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem!
Tudo que Deus faz é Perfeito. Ele Nunca erra!!!
O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais fétida do calabouço.
Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva.
Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses.
Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso:
- Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso! Falta-lhe um dedo!
E o Rei foi libertado.
Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe:
- Meu Caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos.
Mas ainda tenho em meu coração uma grande dúvida:
Se Deus é tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? Logo você, que tanto o defendeu!?
O servo sorriu e disse: – Meu Rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum!
Portanto, lembre-se sempre:
TUDO O QUE DEUS FAZ É PERFEITO. ELE NUNCA ERRA!
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS

Na verdade é um convite a olharmos para o Alto, pois neste mundo escurecido pelo pecado, brilham no Céu com a luz do triunfo e esperança daqueles que viveram e morreram em Cristo, por Cristo e com Cristo, formando uma "constelação", já que São João viu: "Era uma imensa multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas"(Apoc 7, 9).

Todos estão marcados na fronte, revestidos de vestes brancas, lavados no Sangue do Cordeiro (Ap 7, 4) A marca e as vestes são símbolo do Batismo, que imprime no homem, para sempre, o caráter da pertença a Cristo, e a graça renovada e aumentada pelos sacramentos e pelas boas obras.

O que se vê aí? Uma multidão. Primeiro cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos de Israel. Isto simboliza todo o Israel. Recordemos: 12 é o número do Povo do Antigo Testamento. Pois bem, 144/12=12 isto é, à o número das tribos de Israel. Deus não se cansou de chamar o povo da antiga aliança: Israel haverá de ser salvo pelo sangue de Cristo. Mas, há ainda mais:

“Depois disso, vi uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas, e que ninguém podia contar. Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro”. Essa multidão são todos os povos da terra, chamados por Cristo, na Igreja, para a salvação, para a santificação que Deus nos oferece. Notemos bem: “uma multidão que ninguém podia contar”.
A salvação é para todos, a santidade não é para um grupinho de eleitos, para uma elite espiritual. Todos são chamados a essa vida divina que Deus quer partilhar conosco, todos são chamados à santidade! “Trajavam vestes brancas e traziam palmas nas mãos. São os que vieram da grande tribulação e lavaram e alvejaram suas vestes no sangue do Cordeiro”.

Eis quem são os santos: aqueles que atravessaram as lutas desta vida, as tribulações desta nossa pobre existência, unidos a Cristo; são os que venceram em Cristo – por isso trazem a palma da vitória; são os que não tiveram medo de viver e, se caíram, se erraram, foram, humildemente, lavando e alvejando suas vestes no sangue precioso de Cristo: são santos não com sua própria santidade, mas com a santidade do Cristo-Deus.
Nunca esqueçamos: ninguém é santo com suas forças, ninguém é santo por sua própria santidade: só em Cristo somos santificados, pois somente Cristo derrama sobre nós o Espírito de santidade. O nosso único trabalho é lutar para acolher esse Espírito, deixando-nos guiar por ele e por ele sermos transfigurados em Cristo!

A nossa vocação é para a Santidade! É o que nos atesta São Paulo: “Foi assim que nEle nos escolheu antes da constituição do mundo, para sermos santos e imaculados diante dos seus olhos” (Ef 1, 4). “Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (1Tes. 4, 3). É essa grande multidão que ninguém poderia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que nos fala São João em Ap. 7, 2 -14. Hoje festejamos e pedimos ajuda à multidão incontável que alcançou o Céu depois de ter passado por este mundo semeando amor e alegria quase sem terem consciência disso; recordamos aqueles que, enquanto estiveram entre nós, se ocuparam talvez num trabalho semelhante ao nosso. Lutaram com dificuldades e tiveram que recomeçar muitas vezes: empregados, empregadas, comerciantes, operários, patrões, Sacerdotes, pobres mendigos, militares, professores, trabalhadores da cidade e do campo.
Pois foram adolescentes, jovens, homens casados, mães de família, ou Religiosos que se tornaram um sinal do que o Espírito Santo pode fazer num ser humano que decide viver o seguimento do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Para amar a Deus e servi-Lo, não é necessário fazer coisas estranhas. Cristo pede a todos os homens, sem exceção, que sejam perfeitos como o seu Pai celestial é perfeito (Mt. 5, 8). Para a grande maioria dos homens, ser santo significa santificar o seu trabalho, santificar-se no seu trabalho e santificar os outros com o seu trabalho, e assim encontrar a Deus no caminho da vida.
Portanto a vida destes acabou virando proposta para nós, uma vez que passaram fome, apelos carnais, perseguições, alegrias, situações de pecado, profundos arrependimentos, sede, doenças, sofrimentos por calúnia, ódio, falta de amor e injustiças; tudo isto, e mais o que constituem o cotidiano dos seguidores de Cristo que enfrentam os embates da vida sem perderem o entusiasmo pela Pátria definitiva, pois "não sois mais estrangeiros, nem migrantes; sois concidadãos dos Santos, sois da Família de Deus"(Ef 2,19).
Neste dia a Igreja faz este apelo a todos seus filhos e filhas: " O apelo à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade se dirige a todos os fiéis cristãos." "A perfeição cristã só tem um limite: ser ilimitada" (CIC 2028).

No Céu espera-nos a Virgem Maria, para estender-nos a mão e levar-nos à presença do seu Filho e de tantos seres queridos que ali nos aguardam.

Pe. Jeová de Jesus Morais

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

DIA DE FINADOS

HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS
O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.
É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa.
Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) determina a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
 Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".
O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.

    O texto anterior evocou a origem histórica dos Finados.
  Agora destacam-se os principais aspectos, símbolos e imagens dessa festa cristã. No dia de Finados, não festejamos a morte. Seria uma ignorância e uma contradição.
Celebramos sim, nossa fé na ressurreição e a esperança do encontro na morada que Jesus nos preparou, no seio amoroso de Deus. Nos Finados, lembramos e agradecemos a Deus a vida de nossos ascendentes, aqueles que nos antecederam (pais, avós, parentes e amigos). Paramos um minuto, acendemos velas, Proferimos orações. Vamos à missa nos cemitérios ou comunidades, agradecemos a Deus essa cadeia da vida que nos tornou possíveis e viventes. A luz, que nos iluminou através de pais, avós, parentes ou amigos, não se apagou com suas mortes.

Acendemos velas para lembrar que essa luz segue nos iluminando, em nossos corações. Veneramos seus exemplos e imitamos sua fé (Hb 13,7). Enfeitamos as sepulturas com flores, símbolo da ressurreição.  Nossos mortos são plantados como sementes, regadas com nossas lágrimas, e florescem ressuscitados no jardim do Senhor.
Cada um de nós recebe de Deus dons especiais, como sementes do Reino. Durante a vida devemos cultivar esses dons, deixá-los florescer e perfumar os irmãos e irmãs.

 A Igreja católica é o jardim perfumado do Senhor. Ela não condena, mas ama e acolhe. Quem busca caminhar com Jesus na vida, estará com Ele na eternidade. Nossa morte não é um fim. É nossa páscoa, nossa passagem para a casa do Pai. Não nascemos para morrer, mas morremos para viver. Nada pode nos separar do amor de Cristo.  Quem morre sai deste mundo, destas dimensões e entra na dimensão da vida eterna, na eternidade.

(Quem nos poderá separar do amor de Cristo? A tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, o perigo, a espada? Como diz a Escritura: «Por tua causa somos postos à morte o dia todo, somos considerados como ovelhas destinadas ao matadouro.» Mas, em todas essas coisas somos mais do que vencedores por meio daquele que nos amou.
 Estou convencido de que nem a morte nem a vida, nem os anjos nem os principados, nem o presente nem o futuro, nem os poderes nem as forças das alturas ou das profundidades, nem qualquer outra criatura, nada nos poderá separar do amor de Deus, manifestado em Jesus Cristo, nosso Senhor. Rm. 8, 35- 39). 
 (Se não tivesse esperança na ressurreição dos que tinham morrido na batalha, seria coisa inútil e tola rezar pelos mortos.
45 Mas, considerando que existe uma bela recompensa guardada para aqueles que são fiéis até à morte, então esse é um pensamento santo e piedoso. Por isso, mandou oferecer um sacrifício pelo pecado dos que tinham 
morrido, para quefossem libertados do pecado 2 Mac 12, 44) 
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará.