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Uruará, Pará, Brazil
Igreja Católica Apostólica Romana, Una e Santa. Sua vida é missão.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

JESUS AGE NO NOSSO COTIDIANO

Um rapaz pediu a Jesus um emprego e uma mulher que o amasse muito.
No dia seguinte, abriu o jornal e tinha um anuncio de emprego.
Ele foi, viu a fila muito grande e disse: eles são melhores do que eu, e foi embora.
No caminho, um garoto lhe deu uma rosa ....no ônibus ele chateado joga a rosa fora. E ao chegar em casa briga com Jesus
É assim que me tratas? É assim que me amas ?
E foi durmir.
Em sonho, Jesus lhe diz: 
 O emprego era seu, mas você não confiou e desistiu antes mesmo de lutar; aquela rosa foi eu que te dei... inspirei aquela criança a lhe dar!!!
O amor da sua vida, estava sentada ao seu lado, em vez de você dar a rosa a ela, jogou fora.
Você entendeu como Jesus age na sua vida?
Ele abre as portas te mostra o caminho, mas a é preciso ter fé para não desistir no primeiro obstáculo.
Não desista confie que Jesus pode agir na sua vida. Os obstáculos existem para ver até onde vai a tua fé.
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará

domingo, 21 de novembro de 2010

SOLENIDADE DE CRISTO REI DO UNIVERSO

A solenidade de Cristo Rei do Universo foi instituída pelo papa Pio XI em 1925. O Papa estabeleceu que fosse celebrada no último domingo de outubro. Com a reforma litúrgica passou para o último domingo do ano litúrgico como ponto de chegada de todo o mistério celebrado, para dar a entender que Ele é o fim para o qual se dirigem todas as coisas, Cristo é o centro do universo e para Ele tudo conflui.
A oração da missa assim reza: “Deus que dispusestes restaurar todas as coisas em vosso Filho Amado, Rei do Universo, fazei que todas as criaturas, libertas da escravidão e servindo à vossa majestade vos glorifiquem eternamente”.
Vejamos os termos: Rei do Universo, vossa majestade. Para este sentido endereça a proficia: A glória do Filho do Homem - “Seu poder é poder eterno que não lhe será tirado e seu reino, um reino que não se dissolverá” (Dn l7,14). Cristo com sua morte e ressurreição foi feito o Senhor da Glória. Seu Reino não tem fim.

 
Rei da Verdade. O meu reino não é deste mundo
o prefácio do Cristo Rei do universo nos diz: “Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte.

 Com o óleo da alegria consagrastes Sacerdote eterno e Rei do universo o vosso Filho, Jesus Cristo, Nosso Senhor, para que, oferecendo-Se no altar da cruz, como vítima de reconciliação, consumasse o mistério da redenção humana e, submetendo ao seu poder todas as criaturas, oferecesse à vossa infinita majestade um reino eterno e universal: reino de verdade e de vida, reino de santidade e de graça, reino de Justiça, de amor e de paz”.
Mesmo que seja um reino, o é diferente dos reinos e governos do mundo. Jesus se proclama rei diante de Pilatos:

“Tu és Rei?” Pergunta Pilatos diante o tribunal.
“Tu o dizes, eu sou rei. Para isso nasci e vim ao mundo, para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta minha voz” (Jo 18,37).
 Jesus é rei da verdade. Pilatos pergunta-lhe: “O que é a verdade?” Mas não espera a resposta. (É comum em nossa vida perguntar as coisas para Deus e não querer saber a resposta).
O que é esta verdade que é a identificação com Ele próprio? “Eu sou a Verdade e a vida” (Jo 14,6). Ser verdade para Jesus é ser Ele próprio o testemunho da vontade do Pai: Estabelecer no mundo o domínio da misericórdia amorosa da qual o Pai é a fonte.
“Graças a esta vontade é que somos salvos” (Hb 10.10). Durante sua vida procura unicamente fazer a vontade do Pai: “E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia” (Jo.6,39).  O regresso triunfal de Jesus Cristo profetizado na página bíblica de Daniel é também o tema da leitura do Apocalipse de S. João.
Todos conhecemos esta expressão. «Jesus Cristo o Alfa e o Ómega! Aquele que era e que há-de vir! O Senhor do Universo! Ei-lo que vem entre as nuvens. Todos O verão!Mesmo aqueles que o trespassaram!»
«Cristo Alfa e Ómega», assim se intitula o parágrafo que conclui a primeira parte da Constituição pastoral Gaudium et spes, do Concílio Vaticano II, promulgada há quarenta anos. Naquela bela página, que retoma algumas palavras do servo de Deus Papa Paulo VI, lemos:
«O Senhor é o fim da história humana, o ponto para onde tendem os desejos da história e da civilização, o centro do género humano, a alegria de todos os corações e a plenitude das suas aspirações».
E assim continua:

«Vivificados e reunidos no seu Espírito, caminhamos em direcção à perfeição final da história humana, que corresponde plenamente ao seu desígnio de amor: 'recapitular todas as coisas em Cristo, tanto as do céu como as da terra' (Ef 1, 10)» (Gaudium et spes, 45).
À luz da centralidade de Cristo, a Gaudium et spes interpreta a condição do homem contemporâneo, a sua vocação e dignidade, assim como os âmbitos da sua vida: a família, a cultura, a economia, a política e a comunidade internacional. Esta é a missão da Igreja ontem, hoje e sempre: anunciar e dar testemunho de Cristo, para que o homem, todo o homem, possa realizar plenamente a sua vocação.
A Virgem Maria, que Deus associou de modo singular à realeza do seu Filho, nos conceda acolhê-lo como Senhor da nossa vida, para cooperar fielmente no advento do seu Reino de amor, de justiça e de paz.
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará

O PERFUME DE JESUS

Pouco antes de ser levado ao martírio, Jesus foi perfumado por aquela mulher na casa de Simão, que lavou-lhe os pés com suas lágrimas e secou-as com seus cabelos. Quebrando o vaso de alabastro, perfumou-o e chorando copiosamente se retirou, sentindo sua alma liberta e aliviada.

O perdão gera o amor Cf, Lc 07,35-36 Certo fariseu convidou Jesus para uma refeição em casa. Jesus entrou na casa do fariseu, e se pôs à mesa. Apareceu então certa mulher, conhecida na cidade como pecadora. Ela, sabendo que Jesus estava à mesa na casa do fariseu, levou um frasco de alabastro com perfume.
 Quando Simão e os demais se perguntavam se de fato Jesus sabia do passado daquela mulher, o Mestre imediatamente perguntou: «Simão, tenho uma coisa para dizer a você.» Simão respondeu: «Fala, mestre.»
Certo credor tinha dois devedores.
Um lhe devia quinhentas moedas de prata, e o outro lhe devia cinqüenta. Como não tivessem com que pagar, o homem perdoou aos dois. Qual deles o amará mais?» Simão respondeu: «Acho que é aquele a quem ele perdoou mais.»
 Ao ouvir a resposta de quem mais perdoou o Senhor do Amor, perdoou aquela mulher, que entrou para a história, ao perfumar o próprio Cristo, demonstrando a sua humildade e amor.
Dizem que naquela tarde, às três horas, na hora em que expirou a vida no corpo de Jesus, o dia se fez noite, o véu do santuário rasgou-se em dois e muitos mortos se levantaram dos túmulos. No meio desse caos, das trevas que se formaram, algumas pessoas, puderam sentir no ar, aquele perfume do vaso de alabastro, o perfume de Jesus, o perfume de amor. É esse perfume que eu quero que você sinta agora entrando pela sua vida. É esse aroma amoroso que eu quero que penetre agora no seu espírito e nunca mais saia da sua vida. Feche os olhos e pense em Jesus. Pense no Jesus vivo. Pense que você está agora entrando na casa de Simão e leva o seu perfume preferido para ungir o Nosso Senhor.
Veja o sorriso de Jesus com a sua presença, encoste a sua cabeça no peito Dele e deixe Ele te afagar os cabelos. Chore, solte todas ás suas dores, aflições, conflitos, e abandone-se no abraço do Cristo.
Lave os pés de Jesus com suas lágrimas, enquanto sua alma é lavada e redimida pelo Seu infinito amor.
É Jesus, que veio marcar a sua presença definitiva na sua vida, e nunca mais você vai se sentir sozinho. Nunca mais vai se sentir abandonado, pois este perfume, esse amigo, essa luz, vai estar sempre em sua vida.
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará

sábado, 20 de novembro de 2010

VOCAÇÃO: O CHAMADO É DIVINO E A REPOSTA É HUMANA

O CHAMADO!
A vocação é um mistério de amor entre Deus que, por amor, chama ao homem que, também por amor, lhe responde livremente.
- Um chamado para ser a ponte entre Deus e os homens.
- Um chamado a continuar no mundo e salvá-lo, mas não ser mais do mundo.
 A decisão de um jovem que quer dedicar a vida para ajudar no projeto da construção do Reino de Deus e tornar este mundo um sinal do Reino com a graça do Rei do Universo.
A RESPOSTA.
Na verdade a vocação é uma certeza interior que nasce da graça de Deus que toca a alma e pede uma resposta livre. Caso Deus chame, a certeza irá crescendo na medida em que a resposta for mais generosa. 
A vocação é um mistério de amor e o amor é livre.
O chamado é de Deus, mas a resposta é humana. Se eu não respondo com generosidade, o chamado de Deus pode não dá frutos.
Faço minha a oração do Papa Paulo VI: 
“Jesus, Mestre Divino, que chamastes os Apóstolos a vos seguirem, continuai a passar pelos nossos caminhos, pelas nossas famílias, pelas nossas escolas e continuai a repetir o convite a muitos de nossos jovens. Daí coragem as pessoas convidadas, daí forças para que vos sejam fiéis como apóstolos leigos, como religiosos(a), como diáconos, padres e bispos, para o bem do povo de Deus e de toda a humanidade. Amém
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará.

sábado, 13 de novembro de 2010

CANTIGA POR FRANCISCO

Meu amigo deixou seu dinheiro, sua herança e os direitos que tinha era jovem demais o menino! disse o pai, o vizinho e a vizinha.
Meu amigo encontrou a verdade e em seu rosto banhado de luz.
 Pelas ruas de sua cidade meu amigo
imitava Jesus. 








Irmão vento, irmão sol, irmã lua, irmão lobo tu és meu irmão.
Rouxinol, sabiá, criaturas de Deus, somos obras de suas mãos. 
Meu amigo viveu sem ter nada, por esposa escolheu a pobreza, era jovem demais o menino! não podia ter tanta certeza.
Foi assim que ele abriu um caminho para quem quer viver só de amor.

Não ficou muito tempo sozinho, gente nova o seguiu com fervor.

Hoje em dia nos jovens que eu vejo irrequietos, num mundo infeliz, eu renovo a esperança e o desejo de topar com Francisco de Assis.

Calça Lee, pé no chão, mundo novo,
mil idéias de renovação.
Ele são consciência do povo,
queira Deus que eles cresçam irmãos.
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará

Cantiga Por Francisco
Padre Zezinho

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

CONFIE EM DEUS

As coisas acontecem na hora certa.
Exatamente  quando  devem acontecer!
Momentos felizes, louve a Deus. Momentos difíceis, busque a Deus.
Momentos silenciosos, adore a Deus. Momentos dolorosos, confie em Deus.
Cada momento, agradeça a Deus.
Confie em Deus.
Quem nos separará?
Quem nos separará do amor de Cristo?
Quem nos separará? Se ele é por nós, quem será, quem será contra nós?
Quem vai nos separar do amor de Cristo, quem será?
Nem a angústia, nem a fome, nem a nudez ou tribulação,
Perigo ou espada, toma perseguição! Nem a morte, nem a vida, nem os anjos, dominações, Presente e nem futuro, poderes, nem pressões!

Nem as forças das alturas, nem as forças das profundezas,
Nenhuma das criaturas, nem toda a natureza!

Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

TUDO QUE DEUS FAZ É PERFEITO

Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade.
Em todas as situações dizia:
- Meu Rei, não desanime, porque Tudo que Deus faz é Perfeito. Ele Nunca erra!’
Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei.
O súdito conseguiu matar o animal, porém não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita.
O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:
- E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo.
O servo respondeu:
- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem!
Tudo que Deus faz é Perfeito. Ele Nunca erra!!!
O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais fétida do calabouço.
Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva.
Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses.
Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso:
- Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso! Falta-lhe um dedo!
E o Rei foi libertado.
Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe:
- Meu Caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos.
Mas ainda tenho em meu coração uma grande dúvida:
Se Deus é tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? Logo você, que tanto o defendeu!?
O servo sorriu e disse: – Meu Rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum!
Portanto, lembre-se sempre:
TUDO O QUE DEUS FAZ É PERFEITO. ELE NUNCA ERRA!
Pe. Jeová de Jesus Morais
Pároco de Uruará

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS

Na verdade é um convite a olharmos para o Alto, pois neste mundo escurecido pelo pecado, brilham no Céu com a luz do triunfo e esperança daqueles que viveram e morreram em Cristo, por Cristo e com Cristo, formando uma "constelação", já que São João viu: "Era uma imensa multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas"(Apoc 7, 9).

Todos estão marcados na fronte, revestidos de vestes brancas, lavados no Sangue do Cordeiro (Ap 7, 4) A marca e as vestes são símbolo do Batismo, que imprime no homem, para sempre, o caráter da pertença a Cristo, e a graça renovada e aumentada pelos sacramentos e pelas boas obras.

O que se vê aí? Uma multidão. Primeiro cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos de Israel. Isto simboliza todo o Israel. Recordemos: 12 é o número do Povo do Antigo Testamento. Pois bem, 144/12=12 isto é, à o número das tribos de Israel. Deus não se cansou de chamar o povo da antiga aliança: Israel haverá de ser salvo pelo sangue de Cristo. Mas, há ainda mais:

“Depois disso, vi uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas, e que ninguém podia contar. Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro”. Essa multidão são todos os povos da terra, chamados por Cristo, na Igreja, para a salvação, para a santificação que Deus nos oferece. Notemos bem: “uma multidão que ninguém podia contar”.
A salvação é para todos, a santidade não é para um grupinho de eleitos, para uma elite espiritual. Todos são chamados a essa vida divina que Deus quer partilhar conosco, todos são chamados à santidade! “Trajavam vestes brancas e traziam palmas nas mãos. São os que vieram da grande tribulação e lavaram e alvejaram suas vestes no sangue do Cordeiro”.

Eis quem são os santos: aqueles que atravessaram as lutas desta vida, as tribulações desta nossa pobre existência, unidos a Cristo; são os que venceram em Cristo – por isso trazem a palma da vitória; são os que não tiveram medo de viver e, se caíram, se erraram, foram, humildemente, lavando e alvejando suas vestes no sangue precioso de Cristo: são santos não com sua própria santidade, mas com a santidade do Cristo-Deus.
Nunca esqueçamos: ninguém é santo com suas forças, ninguém é santo por sua própria santidade: só em Cristo somos santificados, pois somente Cristo derrama sobre nós o Espírito de santidade. O nosso único trabalho é lutar para acolher esse Espírito, deixando-nos guiar por ele e por ele sermos transfigurados em Cristo!

A nossa vocação é para a Santidade! É o que nos atesta São Paulo: “Foi assim que nEle nos escolheu antes da constituição do mundo, para sermos santos e imaculados diante dos seus olhos” (Ef 1, 4). “Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (1Tes. 4, 3). É essa grande multidão que ninguém poderia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que nos fala São João em Ap. 7, 2 -14. Hoje festejamos e pedimos ajuda à multidão incontável que alcançou o Céu depois de ter passado por este mundo semeando amor e alegria quase sem terem consciência disso; recordamos aqueles que, enquanto estiveram entre nós, se ocuparam talvez num trabalho semelhante ao nosso. Lutaram com dificuldades e tiveram que recomeçar muitas vezes: empregados, empregadas, comerciantes, operários, patrões, Sacerdotes, pobres mendigos, militares, professores, trabalhadores da cidade e do campo.
Pois foram adolescentes, jovens, homens casados, mães de família, ou Religiosos que se tornaram um sinal do que o Espírito Santo pode fazer num ser humano que decide viver o seguimento do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Para amar a Deus e servi-Lo, não é necessário fazer coisas estranhas. Cristo pede a todos os homens, sem exceção, que sejam perfeitos como o seu Pai celestial é perfeito (Mt. 5, 8). Para a grande maioria dos homens, ser santo significa santificar o seu trabalho, santificar-se no seu trabalho e santificar os outros com o seu trabalho, e assim encontrar a Deus no caminho da vida.
Portanto a vida destes acabou virando proposta para nós, uma vez que passaram fome, apelos carnais, perseguições, alegrias, situações de pecado, profundos arrependimentos, sede, doenças, sofrimentos por calúnia, ódio, falta de amor e injustiças; tudo isto, e mais o que constituem o cotidiano dos seguidores de Cristo que enfrentam os embates da vida sem perderem o entusiasmo pela Pátria definitiva, pois "não sois mais estrangeiros, nem migrantes; sois concidadãos dos Santos, sois da Família de Deus"(Ef 2,19).
Neste dia a Igreja faz este apelo a todos seus filhos e filhas: " O apelo à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade se dirige a todos os fiéis cristãos." "A perfeição cristã só tem um limite: ser ilimitada" (CIC 2028).

No Céu espera-nos a Virgem Maria, para estender-nos a mão e levar-nos à presença do seu Filho e de tantos seres queridos que ali nos aguardam.

Pe. Jeová de Jesus Morais